Mostrando postagens com marcador sofrimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sofrimento. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de março de 2011

O sofrimento só existe porque você se identifica com ele

  Para que serve a não-dualidade, descrita como "certo x errado", "bom x mau", "bonito x feio".... e como tudo isso se encaixa na dissolução do sofrimento?

Não existe uma resposta, pois a não-dualidade não "serve" absolutamente para nada. O que existe é APENAS a VERDADE. E a verdade é que todas as coisas assim chamadas "más" nunca aconteceram para um "você". Assim como as coisas assim chamadas "boas" também nunca aconteceram para um outro 
"você". 

Quem você É realmente, é espiritual em substância. Não há verdade na matéria. O seu verdadeiro Ser é totalmente benígno e perfeito. Você não tem um "ego" humano. E não ter um "ego", significa não ter sofrimento, pois o sofrimento só existe quando há um "corpo-mente" identificado pelo "eu" para sofrer.



Mandi Solk (adaptado)

sábado, 23 de outubro de 2010

Divinamente tudo acontece

  Como surge o sofrimento e/ou a tristeza? 

Só podem aparecer no nível mental, ou seja, a partir do momento em que cada pensamento surge e se torna "verdadeiro". Uma situação passada triste não deveria nos fazer infeliz, devido sua inexistência no presente. No entanto, a infelicidade aparece quando algum pensamento desagradável surge a respeito de uma situação retrospectiva. 

Portanto, É a perda do momento presente que nos torna infeliz, em função de um retorno inconsciente pela ideia de um passado inexistente. Ou seja, é o retorno pela memória condicionada. A mente costuma dar voltas em torno daquilo que foge do presente. É de sua natureza. E também faz parte da consciência do ser o próprio estado mental, agitado ou silencioso, assim como faz parte também do ser habitar inúmeros corpos para experienciar infinitas possibilidades.

Enxergar o mundo sob a perspectiva de outros mundos (outras pessoas), tudo se iguala, sejam nos sentimentos, sejam nas emoções, pré-conceitos e julgamentos. O outro está ali e mesmo diferente no nível da forma e da superfície, seu coração pulsa igualmente.

Quando deixamos, abandonamos a ideia e a memoria ao passado, seja agradável ou desagradável, deixamos de conduzir e passamos a ser conduzidos pela Graça inabalável que habita o corpo, pois mesmo sem saber, divinamente tudo acontece e É como é.


quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Permaneça como uma testemunha no palco da vida

 Enquanto houver identificação, haverá sofrimento, assim como poderá haver prazer. Buscamos incessantemente por este último, mas negamos e queremos evitar à qualquer custo aquele. A dualidade na vida é inevitável, enquanto estamos presos nos seus limites. 

Nos basta compreender e aceitar tudo, a partir da mudança de nossas próprias atitutes diante desses extremos, que se tocam numa "linha fina".


Não há muito o que fazer, exceto manter-se "distante" no mais Puro estado de auto-observação, testemunhando, além de ter a clareza e o discernimento de que tudo está na mais perfeita ordem. Assim, Nisargadatta Maharaj descreve:


"Você não pode fazer nada.  O que o tempo traz, o tempo levará embora. Este é o fim da Yoga, realizar total independência. Tudo o que acontece, acontece na, e para a mente, não para a fonte do “Eu sou”. 

Uma vez que você realize que tudo acontece por si mesmo (chame a isso 'destino' ou 'Vontade de Deus', ou mero acidente), você permanece como testemunha somente, compreendendo e apreciando, mas nunca perturbado. Você é responsável somente pelo que você pode mudar. Tudo que você pode mudar é sua atitude. Aí mora a sua responsabilidade".

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Onde quer que o "eu pessoal" toca, é dado um passo em direção ao sofrimento

O "eu" é o dedo quebrado que, onde tudo toca, experimenta a dor. Assim, Mooji me conduz à afirmação de que a identificação com este "eu" é o que traz sofrimento e dor. Onde quer que este "eu" vá, sempre haverá uma questão a resolver ou um problema. O que quer que ele toque, na ignorância da crença, traz dor a si mesmo e aos outros.

E no meio desta identificação, o "eu" imagina que a dor é causada pelo "outro", quando na verdade, ele próprio se auto-detona.

"A identificação com este "eu" está a raiz do sofrimento. Quando você escolhe o que deveria experienciar, você sofre. Quando você escolhe o que deveria aprender, você sofre. Quando você está constantemente interpretando como as coisas são ou como deveriam ser, o que você merece ou o que não merece, você sofre. Onde quer que haja orgulho, apegos, expectativas, julgamentos ou desejos, há sofrimento. Quando despertamos da ignorância para a nossa verdadeira natureza, o sofrimento é inexistente". [Mooji, Antes do Eu Sou]

Review

Posts relacionados que você também poderá gostar