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sábado, 10 de dezembro de 2011

Somos infelizes ao olhar para fora no modo de pensar e sentir...




A paixão ainda é possível?

Paixão de QUEM e para QUEM? Quer dizer que há uma espécie de pessoa que continua a existir e que se tornará feliz, e que depois de ter visto que no fundo, as pessoas não existem? Claro que não! Todas as paixões são a mais pura ilusão e elas desaparecem por si mesmo. (...) Finalmente, você não pode mais falar de paixão, mas sobre uma felicidade abrangente do SER. Então você não precisa correr atrás de mais nada de modo a manter sua atenção sobre seu verdadeiro eu, porque não há simplesmente nada mais. Se nada está acontecendo e isto significa que tudo ainda é o mesmo, que sentido faz tentar perceber a verdade?

Nós realmente não devemos tentar isso! Como pode a onda do mar tornar-se água através de tanto esforço? Acontece que ela - a onda - já É água. E é por isso que somos infelizes olhando para fora no modo de pensar e sentir. E, naturalmente, então nós queremos ser felizes assim - até que tenhamos sido capazes de ver que na nossa vida não é possível encontrar a felicidade duradoura "de qualquer maneira". 
No entanto, de uma forma ou outra, ouvimos dizer que a Auto-realização é o tesouro da felicidade imutável! Hip Hip Hurra! Outra paixão ... a Realização dá-lhe nada - porém bela e clara o tanto quanto parece - até quando for possível enxergar a partir de todos os outros olhares em qualquer situação e aí sim você pode relaxar em um estado que não há qualquer segredo, nenhum esforço para obter absolutamente nada e nenhum pouco deste eu que pensa que é. 
Isso é verdade para todas as histórias, incluindo a história sobre a Auto-realização! Ou seja, você é sempre mais veloz do que qualquer experiência, principalmente aquela que você sussurra para si mesmo em sua imaginação acerca da Realidade, do real imutável, e que ele foi e será a sua verdadeira paixão.

[Chuck Hillig]

domingo, 18 de setembro de 2011

Toda experiência dura apenas uma única contagem


No fundo, toda ideia que jaz em sua mente apenas faz parte de uma imaginação que se experiencia no delicioso lar da vida e que se dissolve no amor do Ser e na imutável aparência causada pelo experimentador.
Me refiro a realidade de que seu ser aparentemente indefinido não está ligado a uma pessoa e que as experiências não existem no nível pessoal. Aquilo que está lá, tudo o que existe, é demasiadamente abrangente no nível da experiência do ser. 
Mas sua vida é sem "conteúdo"? A sua vida tem algum sentido nesse nível?
Tudo que acontece trata-se apenas de uma experiência que dura apenas uma contagem, e por isso é um disparate total para a fonte de todo sofrimento... Olhe para sua busca em si em vez de olhar as experiências (que são geradas pela TV do mundo), e perceba que o seu todo-abrangente e indefinido experimentar - sem fazer ou não fazer nada - é mais rápido que qualquer vivência que é experimentada.


sábado, 10 de setembro de 2011

Você já é e possui tudo que precisa

Por que, na verdade, temos a crença de que há algo em nós que quer ser algo ou se tornar um iluminado?
CH: Não, na verdade não há nada para se iluminar, não há nada para querer. Essa luz brilha sempre, infinitamente. A felicidade nunca pode ser entendida ou alcançada a partir de um determinado ponto de vista. Assim como o amor, a felicidade não pode ser apenas mais um conceito pré-determinado. Conceitos apenas podem apontar para algo que já é realizado. No fundo, portanto tudo já É absolutamente realizado e pleno.

Você nunca conseguirá encontrar o que você já é! Já está aí! Os momentos são feitos apenas de experiências. Como poderia uma experiência jamais ser capaz de olhar para experimentar, para então julgar se há algo a ela ou não? A iluminação é antes de tudo, ser capaz de ver que você está experimentando a indefinição em si, e, em seguida, ser capaz de ver que você nunca poderá ser uma experiência. Então, mais cedo ou mais tarde pode vir à tona que as experiências no fundo não existem, e sim somente aquele quem experimenta.
[Chuck Hillig]

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